Traumatologia Facial
Diagnóstico e tratamento cirúrgico de fraturas e traumatismos da face, do atendimento de urgência à reconstrução de sequelas.
A traumatologia facial é a área da cirurgia bucomaxilofacial dedicada ao diagnóstico e ao tratamento de traumatismos da face: fraturas dos ossos faciais, lesões dentoalveolares e ferimentos de tecidos moles. Acidentes de trânsito, quedas, práticas esportivas e agressões estão entre as causas mais comuns.
O Dr. Fernando Simionato Garbi é Traumatologista Bucomaxilofacial com certificação ATLS (Advanced Trauma Life Support, American College of Surgeons — Harlem Hospital, Nova York) e formação complementar em manejo de trauma facial pela AO North America (San Diego, Califórnia).
Fraturas de face: principais tipos
As fraturas faciais mais frequentes envolvem o nariz, o complexo zigomático (a região do "osso da bochecha"), a mandíbula, a maxila e as paredes da órbita. Cada padrão de fratura tem implicações próprias: alterações de mordida, limitação de abertura bucal, visão dupla, assimetrias e comprometimento funcional.
O diagnóstico preciso combina exame clínico e tomografia computadorizada. A partir dele, define-se a conduta: acompanhamento conservador em fraturas estáveis e sem deslocamento, ou tratamento cirúrgico quando há deslocamento, comprometimento funcional ou estético.
Fixação interna rígida e reconstrução
O tratamento cirúrgico moderno das fraturas de face utiliza a fixação interna rígida: placas e parafusos de titânio que estabilizam os fragmentos ósseos na posição anatômica correta, permitindo consolidação adequada e retorno funcional mais rápido — sem os longos bloqueios maxilomandibulares de antigamente na maioria dos casos.
Sequelas de traumas antigos — consolidações viciosas, assimetrias, alterações de mordida pós-trauma — também podem ser tratadas cirurgicamente, com planejamento reconstrutivo individualizado.
O que fazer em caso de trauma facial
Em traumas agudos com sangramento importante, perda de consciência ou dificuldade respiratória, procure imediatamente um serviço de emergência. Após a estabilização — ou em traumas menores — a avaliação com o especialista em cirurgia bucomaxilofacial define o diagnóstico das estruturas faciais e o plano de tratamento.
Em traumatismos dentários (dentes fraturados, deslocados ou avulsionados), o tempo é determinante: quanto mais rápida a avaliação, melhores as chances de preservação dos dentes envolvidos.
Agende uma consulta de avaliação com o Dr. Fernando Simionato Garbi — unidades Moema e Vila Olímpia, São Paulo.
Agendar pelo WhatsAppPerguntas frequentes
Toda fratura de face precisa de cirurgia?
Não. Fraturas estáveis, sem deslocamento e sem comprometimento funcional podem ser acompanhadas de forma conservadora. A decisão depende do exame clínico e da tomografia, avaliados pelo especialista.
Quais os sinais de uma fratura facial?
Dor localizada, inchaço e hematoma, alteração na mordida, dificuldade de abrir a boca, visão dupla, dormência na face e assimetria são sinais de alerta. Diante deles, procure avaliação especializada com urgência.
As placas de titânio precisam ser removidas depois?
Na maioria dos casos, não. O titânio é biocompatível e as placas podem permanecer definitivamente. A remoção é considerada apenas em situações específicas, como infecção ou incômodo local.
É possível corrigir sequelas de um trauma facial antigo?
Sim. Consolidações em posição inadequada, assimetrias e alterações de mordida pós-trauma podem ser tratadas com cirurgia reconstrutiva, mediante planejamento individualizado com exames de imagem.
Conteúdo de caráter informativo; não substitui consulta profissional. Autor: Dr. Fernando Simionato Garbi — CRO-SP 97032 — Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.